Jornal do Notário

Matéria "Facetas da sustentabilidade" na sessão Recicle-se do Jornal O Notário, do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.

Arquitetas apostam no equilíbrio entre o material e o social em estabelecimentos que atendem o público.

Em numerosos estabelecimentos especializados em atendimento ao público, como os cartórios, o conceito de sustentabilidade sempre se manteve como algo agradável aos ouvidos. Colocá-lo em prática, no entanto, parecia demandar um enorme esforço. Para a surpresa de muitos, a aplicação do sustentável no dia-a-dia é plenamente tangível passos simples podem orientar os tabelionatos dispostos a se repaginarem em 2014.

O conceito de sustentabilidade ainda abarca questões sociais. “O ideal seria que as empresas fizessem a ponte entre os seus serviços e o socialmente justo. As mudanças teriam, muitas vezes, mais a ver com o conceito de cada negócio e com a imagem que ele pretenderia passar do que, meramente, com o emprego de materiais ambientalmente corretos”, ressalta a arquiteta e sócia do escritório Item 6 Arquitetura e Sustentabilidade, Karla Cunha. A profissional acredita que ao estabelecer determinados critérios, é possível atingir o sentido pleno de sustentabilidade, transformando um estilo de vida para melhor. “Para ser sustentável, qualquer empreendimento humano tem que ser, além de ambientalmente responsável, economicamente viável, culturalmente aceito e socialmente justo”, defende.

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